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Conheça os sintomas de fadiga e como tratar

Há uma variedade de causas possíveis para a fadiga e uma delas está naqueles nutrientes que você não está ingerindo de forma suficiente. Por isso, primeiro é preciso analisar bem os sintomas da fadiga para definir então a melhor forma de tratá-la.

A boa notícia é que se o cansaço constante está sendo causado pela falta de certos nutrientes, a solução pode estar simplesmente em uma vitamina para dar ânimo e disposição. Entenda, a seguir, o que é, quais os sintomas da fadiga e as opções de tratamento.

O que é fadiga?

De modo simples e resumido, a fadiga pode ser definida como uma sensação de cansaço constante e falta de energia. No entanto, há outras maneiras de descrever a fadiga, como:

  • falta de motivação;
  • energia reduzida;
  • exaustão física e mental.

É importante saber que, embora a sonolência e a apatia possam acompanhar a fadiga, elas não são a mesma coisa. Outro ponto importante sobre a fadiga é, que se sentir eventualmente cansado depois de um dia intenso é completamente normal. A fadiga está muito mais relacionada com a sensação de cansaço constante e crônico, mesmo depois de uma boa noite de sono e descanso.

Causas da fadiga

A sensação de cansaço é um sintoma comum de diversas condições de saúde, por isso, a fadiga pode ter muitas causas. Os fatores que contribuem para o surgimento da fadiga podem ser classificados da seguinte forma:

  • psicológicos/emocionais - estresse, ansiedade e depressão;
  • físicos – anemia, diabetes, câncer, doenças autoimunes e deficiências nutricionais;
  • fisiológicos – gestação, amamentação, exercício físico excessivo e sono inadequado.

De modo geral, quando não há uma doença presente, a causa da fadiga está intimamente relacionada aos hábitos e estilo de vida do indivíduo. Dormir pouco, ter uma alimentação pobre em nutrientes, levar uma vida sedentária, assim como fumar ou beber em excesso, podem gerar a sensação de cansaço constante.

➜ Fadiga e alimentação

Estudos mostram que a desnutrição e a deficiência de certos nutrientes podem levar à fadiga por meio da “falta de energia” (um conceito chave de fadiga). Quando a ingestão de nutrientes não atende às necessidades do indivíduo, as reservas corporais são catabolizadas para fornecer energia, levando à depleção de gordura corporal e muscular. Esse mecanismo tem como uma das consequências a fadiga.

Uma outra investigação científica nesse sentido verificou que pular o café da manhã e realizar refeições de forma irregular estão associados à prevalência de fadiga em estudantes de medicina. Portanto, se alimentar mal pode ser uma das causas da fadiga! Sendo assim, melhorar os hábitos alimentares e poder contar com uma vitamina para dar ânimo e disposição, repondo os nutrientes que estão em falta, pode ser muito importante em um cenário como esse.

➜ Fadiga e sedentarismo

Pode parecer contraditório, mas quanto menos você se exercita, maior é a sensação de cansaço constante. Foi o que um estudo descobriu ao investigar a influência do sedentarismo na fadiga crônica. As participantes do estudo que eram menos sedentárias relataram menor grau de fadiga do que aquelas que eram totalmente sedentárias. De fato, o exercício físico regular proporciona mais disposição e vigor no longo prazo.

➜ Fadiga e excesso de álcool

As bebidas alcoólicas podem contribuir para a fadiga de diversas maneiras. O álcool geralmente interfere negativamente na qualidade do sono, fazendo com que o corpo não consiga descansar de forma adequada.

Estudos já comprovaram que a má qualidade do sono e a recuperação inadequada levam ao aumento da fadiga, diminuição do estado de alerta e desempenho prejudicado em diversos testes psicomotores cognitivos. Ademais, beber vinho, cerveja ou drinks durante o dia pode acarretar em sonolência ou letargia, que são sintomas "irmãos" da fadiga.

Fadiga: sintomas mais comuns

Definida como uma sensação avassaladora de cansaço, falta de energia e sensação de exaustão, a fadiga está relacionada a uma dificuldade em realizar tarefas voluntárias. Mas se engana quem pensa que o único sintoma da fadiga é a falta de energia. Há diversos outros sintomas associados, como:

  • fraqueza muscular;
  • mau humor ou irritabilidade;
  • tontura;
  • dor de cabeça;
  • cognição e atenção prejudicada;
  • coordenação motora prejudicada;
  • dificuldade de foco e concentração;
  • problemas de memória;
  • falta de ânimo e disposição;
  • reflexos prejudicados;
  • sonolência.

Saber identificar quais os sintomas da fadiga estão sendo manifestados contribui para reconhecer qual tipo de fadiga você provavelmente tem.

Tipos de fadiga

A fadiga não é apenas uma sensação psíquica de cansaço. Entre os tipos de fadiga estão: fadiga muscular, fadiga adrenal e a fadiga mental.

Fadiga muscular

Esse tipo de fadiga é definida como uma diminuição da força muscular ou produção de energia para contração muscular. Sensação de fraqueza muscular que limita movimentos comuns e até mesmo o desempenho esportivo e atlético durante um exercício físico entram como principais sintomas de fadiga muscular.

Fadiga adrenal

Esse tipo de fadiga é utilizado para explicar sintomas relacionados ao estresse constante sob o qual muitas pessoas estão submetidas no dia a dia. O estresse sobrecarrega as glândulas adrenais que, por sua vez, não conseguem atender às necessidades de produção hormonal do organismo adequadamente. Essas glândulas "lidam" com os estressores do dia a dia produzindo hormônios como o cortisol.

Fadiga mental

Essa condição é desencadeada principalmente pela atividade cognitiva prolongada. Trabalhar ou estudar por muitas horas ininterruptas pode gerar a fadiga mental. Basicamente, o cérebro fica sobrecarregado devido a estimulação intensa. Entre os principais sintomas de fadiga mental estão: falta de motivação, insônia, bloqueio mental, sonolência, dificuldades de memorização, perda da capacidade de reflexo e cognição.

Tratamentos para fadiga

A fadiga é, por vezes, um sintoma inespecífico e muito subestimado. Por isso, definir o melhor tratamento para o cansaço constante é um grande desafio. Descobrir a causa da fadiga é o primeiro passo para escolher o tratamento mais adequado.

Recuperar a energia, o ânimo, o vigor e a vitalidade é possível! A resposta pode estar em 3 fatores do estilo de vida:

Alimentação

O corpo depende de nutrientes para funcionar adequadamente - e isso por si só já explica porque uma alimentação saudável e nutritiva pode ajudar o organismo a recuperar a energia e vitalidade.

Estudos mostram que algumas deficiências nutricionais específicas, como de vitamina C, complexo B, sódio, magnésio, zinco, ácido fólico, L-triptofano, ácidos graxos essenciais e coenzima Q10, têm um papel relevante na gravidade da fadiga crônica. A combinação desses nutrientes seria uma boa aposta de vitamina para dar ânimo e disposição.

Exercício físico

Ter uma vida mais ativa e menos sedentária possível pode contribuir positivamente para a sensação de cansaço constante.

Um estudo realizado com mulheres diagnosticadas com câncer verificou que as participantes com níveis mais altos de atividade física apresentaram menos sintomas de fadiga e escores mais altos de qualidade de vida. Sendo assim, por mais paradoxal que isso soe, se mexer mais pode ajudar você a se sentir menos cansado.

Sono

Dormir bem tem um papel crucial na diminuição da fadiga, no entanto, muitas pessoas subestimam a importância do sono. Numerosos estudos mostram que o sono é a contramedida mais eficaz contra a fadiga.

Os estudos que investigam essa relação expressam que poucas horas de sono ou um sono de má qualidade são as causas primárias da fadiga em indivíduos diagnosticados com insônia. Sendo assim, priorizar o sono pode ser extremamente importante para ter mais energia e disposição.

Agora que você já conhece os principais sintomas de fadiga e o que pode fazer para ter mais ânimo e disposição, que tal começar a colocar tudo isso em prática? Lembre que a combinação entre o aporte nutricional adequado, exercício físico e sono reparador, já é uma boa parte do caminho para combater a fadiga.

Conteúdo escrito por Rafaela Galvão, publicitária pela ESPM-SUL e estudante do 7˚ semestre de nutrição na Unisul. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

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